Caminhões seguem entre os ativos mais visados do país, representando 14,72% das ocorrências de roubo e furto registradas nas operações de recuperação veicular Tracker em 2025 com forte concentração na Região Sudeste, especialmente em São Paulo. Hyundai HR, Iveco Daily e Scania R440 lideram as ocorrências atendidas.

O ranking a seguir apresenta os 10 modelos de caminhões mais roubados e furtados em 2025, com base em dados reais de ocorrências atendidas na operação de recuperação veicular do Grupo Tracker no Brasil (2025).

Por que caminhões são alvos crescentes da criminalidade no Brasil?

O caminhão tem duplo valor para o criminoso, com o próprio ativo (especialmente componentes diesel e eletrônicos) e, muitas vezes, a carga. Enquanto muitos furtos de automóveis são oportunistas, crimes contra veículos comerciais frequentemente entram em cadeias mais estruturadas (receptação de peças, mercado clandestino, roubos de carga e deslocamento para outras regiões).

Esse aumento aparece em recortes operacionais. Em 2024, por exemplo, a operação Tracker registrou alta de 40,6% nos roubos e furtos de vans e VUCs no 3º trimestre (comparação anual), mostrando pressão crescente sobre veículos de trabalho e distribuição.

Os 10 caminhões mais roubados e furtados em 2025 segundo o Grupo Tracker

Ranking exclusivo – dados da operação do Grupo Tracker (2025):

  1. Hyundai – HR 
  2. Iveco – Daily 
  3. Scania – R440 
  4. Volkswagen – 24-280 
  5. Mercedes-Benz – Atego 
  6. Volkswagen – Delivery 
  7. Volvo – FH-460 
  8. Kia Motors – Bongo 
  9. Volvo – FH-540 
  10. DAF – XF 

Modelos de entrega urbana: os mais visados no dia a dia

Hyundai HR, Iveco Daily, VW Delivery e Kia Bongo aparecem como campeões de exposição. Eles rodam muito em áreas urbanas, param em via pública, operam em janelas apertadas e, por isso, ficam mais vulneráveis a abordagens rápidas, furtos em paradas e ações oportunistas.

Além disso, em veículos de entrega, o criminoso explora padrões como rotas repetidas, horários previsíveis e paradas frequentes (docas, portarias, varejo, obras).

Caminhões pesados: alvos de quadrilhas especializadas

Do outro lado do ranking estão Scania R440, Volvo FH-460/FH-540, DAF XF, Atego e VW 24-280. Nesses casos, são visados motores diesel de alto valor, módulos eletrônicos embarcados, sistemas de transmissão e, em muitos episódios, a integração direta com operações de roubo de carga. Trata-se de uma atuação mais estruturada, geralmente associada a quadrilhas especializadas que exploram tanto o valor do veículo quanto o potencial econômico da carga transportada.

Roubo de caminhões no Brasil por região

Os dados setoriais ajudam a ter uma ideia do peso do problema por região:

  • Sudeste: Continua liderando os prejuízos no Brasil, embora sua participação tenha caído de 83,2% em 2024 para 68,1% em 2025. Dentro da região, São Paulo responde por 44,2% dos prejuízos, seguido pelo Rio de Janeiro com 37%. 
  • Nordeste: Consolidou-se como a segunda região mais afetada. Os estados que concentram mais de 75% dos prejuízos nesta região são Bahia (28,4%)Maranhão (24,7%) e Pernambuco (23,8%). 
  • Norte: Apresentou um avanço expressivo, saltando de 0,9% para 11,2% de participação nacional em apenas um ano. Os prejuízos estão concentrados quase totalmente nos estados do Pará e Tocantins, com foco em eletrônicos.

Além do recorte regional, as fontes destacam que trechos urbanos e rodovias como a BR-101 e BR-116 seguem como pontos críticos, com uma escalada recente de ocorrências também nas rodovias BR-010 e BR-153.

Características que tornam caminhões vulneráveis a roubos

Caminhões sofrem com uma combinação perigosa de rotina previsível + valor alto por componente + longas paradas. Os principais pontos de vulnerabilidade costumam se repetir:

  • pernoite e descanso em locais de baixa vigilância; 
  • deslocamento por corredores rodoviários com histórico de ocorrências; 
  • operação com veículos sem tecnologia contra roubo e furto; 
  • janelas de exposição em coleta/entrega, abastecimento e filas. 

O perfil criminoso por trás dos roubos de caminhões

Entender quem está por trás dos roubos de caminhões é tão importante quanto conhecer os modelos mais visados. No transporte rodoviário, existem níveis distintos de organização e essa diferença impacta diretamente na forma como a segurança deve ser estruturada.

Existem dois tipos de perfis de crime mais comuns:

  1. Crime oportunista: aproveita paradas, rotinas e falhas simples (local de descanso, veículo isolado, ausência de protocolo). 
  2. Crime organizado: opera com planejamento, inteligência territorial, logística para ocultação/desmanche e, muitas vezes, ligação com roubo de carga. 

Se o risco fosse apenas oportunista, medidas básicas já resolveriam boa parte do problema. Mas diante de quadrilhas estruturadas, a exigência sobe, pois não basta saber onde o caminhão está. É preciso ter tecnologia adequada ao cenário de interferência, central ativa e capacidade real de resposta em campo.

Ao longo de mais de 25 anos de atuação na recuperação veicular, o Grupo Tracker acumulou experiência prática na leitura desses padrões criminais. A operação diária permite identificar rotas críticas, horários recorrentes, métodos utilizados e comportamento típico das quadrilhas que atuam no segmento de veículos pesados.

Como o Grupo Tracker atua na recuperação de caminhões roubados

Quando um caminhão é roubado, o que mais pesa no processo de recuperação é a capacidade de integrar tecnologia com ação rápida e eficaz. Por isso, o Grupo Tracker atua com tecnologia que eficiente em cenário hostil + comando 24h + equipes táticas.

Temos as maiores taxas de recuperação de veículos roubados do Brasil, com índices acima de 90% de recuperação em veículos pesados quando o aviso ocorre em até 1 hora, além de estrutura com equipes terrestres e aeronaves para pronta-resposta.

Caminhão sendo rastreado enquanto se movimenta em uma avenida movimentada

Tecnologia exclusiva que funciona contra bloqueadores de sinal

Bloqueadores (jammers) são uma preocupação real em roubo de carga e furto de veículos comerciais. A tecnologia Tracker tem como diferencial a atuação com frequência própria/tecnologia de RF, reduzindo dependência exclusiva de GPS e aumentando chance de localização mesmo quando há interferência.

Confira um corte da live da GRISTEC, onde o Gerente de Operações e Comando do Grupo Tracker, Vitor Corrêa, dá exemplos reais de como os criminosos atuam e a importância da combinação de tecnologia + estratégia para evitar prejuízos:

Equipe de pronta-resposta: atuação integrada com forças de segurança

Outro ponto é a diferença entre verificar no mapa e recuperar. O Grupo Tracker conta com estrutura operacional e equipe própria de pronta-resposta, além de atuação coordenada com autoridades o que encurta o ciclo entre alerta, localização e ação em campo.

Soluções de gestão de risco para frotas de caminhões

Para frota, o objetivo, além de reagir ao roubo consumado, é reduzir probabilidade e impacto. Para isso, é necessário detectar padrões de risco, criar protocolos e ganhar previsibilidade operacional. E, claro, o Grupo Tracker apresenta soluções voltadas a veículos pesados.

Prevenindo roubos antes que aconteçam

No cotidiano, a prevenção em frota costuma girar em torno de três frentes:

  • aumentar a previsibilidade (rotas e janelas de parada); 
  • gerar alerta de anomalia (paradas fora do planejado, desvios, horários atípicos); 
  • criar resposta padronizada (quem aciona, quando aciona, o que fazer em cada nível de alerta). 

Quando a prevenção funciona, ela raramente impede o criminoso diretamente e sim aumenta risco para ele, além de acelerar a reação do gestor.

Proteção de cargas sensíveis e de alto valor

No roubo de carga, há concentração forte em categorias específicas. Um recorte de 2024 aponta que alimentos e cargas fracionadas aparecem como as mais visadas (por volume e facilidade de escoamento), o que pressiona empresas de distribuição e abastecimento.

O impacto para o gestor é direto, sendo um exemplo disso a carga sensível, que tem efeito cascata (ruptura, devolução, penalidade, perda de contrato). Por isso, a proteção é também responsabilidade da operação.

De acordo com a lista dos 10 caminhões mais roubados em 2025, eles precisam estar protegidos, como o da foto

Medidas de segurança que transportadores devem adotar

No transporte rodoviário de cargas, algumas medidas contribuem positivamente para aumentar a segurança da operação:

  • Planejamento de rota com análise de risco: É preciso considerar trechos com histórico de roubo, horários críticos (especialmente madrugada), pontos de fuga e regiões metropolitanas com alta incidência. Rotas devem ser pensadas com base em dados.
  • Política definida para paradas e pernoites: Empresas mais protegidas determinam previamente onde o motorista pode parar, por quanto tempo e com qual nível de monitoramento.
  • Comunicação ativa com a central 24 horas: Para evitar que o motorista fique isolado, um canal permanente com a central permite reportar comportamentos suspeitos, desvios de rota e situações anormais em tempo real. Quanto menor o intervalo entre o risco e a resposta, maior a chance de evitar perdas.
  • Treinamento prático, não apenas teórico: Como a segurança começa na cabine, os motoristas precisam saber como agir diante de abordagens, como identificar vigilância suspeita, quando comunicar um desvio e quais informações nunca devem ser compartilhadas.
  • Solução de recuperação com tecnologia e pronta-resposta estruturada: Mesmo com todas as medidas preventivas, o risco nunca é zero. Por isso, contar com uma tecnologia de recuperação veicular com sistema antijammer, que envia alerta em caso de bloqueio de sinal; e estrutura de recuperação que atue imediatamente após o acionamento é fundamental. Em casos de roubo de caminhão, cada minuto perdido pode significar perda total do veículo e da carga.

Casos reais: recuperações realizadas pelo Grupo Tracker

Em ocorrência registrada, o Grupo Tracker conseguiu localizar e recuperar um caminhão avaliado em mais de meio milhão de reais em cerca de 34 minutos após o sinistro. Após detectar uma interferência de sinal (Jammer), nossa solução ativou o RF que opera de forma independente de sistemas como GPS.

Em outro caso, a tecnologia Tracker recuperou dois caminhões de alto valor em poucas horas, na mesma noite. A tecnologia embarcada nos veículo conseguiu detectar ação dos criminosos e,rapidamente, nossas unidades de pronta-resposta entraram em ação para uma recuperação eficaz.

Como escolher uma solução de rastreamento para sua frota

Checklist objetivo para decisão:

  • cobertura nacional real, compatível com rotas interestaduais e regiões remotas; 
  • tecnologia que continue operando mesmo sob tentativa de bloqueio de sinal; 
  • central ativa 24 horas, com tempo de resposta definido; 
  • equipe de pronta-resposta estruturada e histórico consistente de recuperação; 
  • integração com a rotina da transportadora (alertas, protocolos, registros e evidências operacionais). 

O que separa um simples rastreador de uma solução de segurança operacional é o que acontece depois que o alerta dispara. Localizar no mapa é apenas o começo, o que realmente protege o patrimônio é ter estrutura preparada para agir imediatamente, reduzir o tempo de resposta e transformar informação em recuperação efetiva.

Proteja sua frota com quem entende de recuperação veicular

O ranking de 2025 mostra que caminhões da categoria entrega urbana (HR, Daily, Delivery, Bongo) e linha pesada (Scania, Volvo, DAF, Atego) seguem no centro do risco; é evidente que a segurança no TRC não é algo opcional. Para manter a segurança da frota e aumentar as chances de recuperação em caso de ocorrência de roubo ou furto, conte com a tecnologia Tracker.

Fale conosco e estruture uma estratégia de segurança sob medida para sua frota.

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